A racionalidade
pode ser definida como o hábito de considerar todos os nossos desejos
relevantes, e não apenas aquele que sucede ser o mais forte no momento.
(...) A racionalidade completa é, sem dúvida, ideal inatingível; porém,
enquanto continuarmos a classificar alguns homens como lunáticos, é
claro que achamos uns mais racionais que outros. Acredito que todo o
progresso sólido no mundo consiste de um aumento de racionalidade, tanto
prática como teórica. Pregar uma moralidade altruística parece-me um
tanto inútil, porque só falará aos que já têm desejos altruísticos. Mas
pregar racionalidade é um tanto diferente, porque ela nos ajuda, de modo
geral, a satisfazer os nossos próprios desejos, quaisquer que sejam. O
homem é racional na proporção em que a sua inteligência orienta e
controla os seus desejos.Acredito que o controle dos nossos actos
pela inteligência é, afinal, o que mais importa e a única coisa capaz
de preservar a possibilidade de vida social, enquanto a ciência expande
os meios de que dispomos para nos ferir e destruir. O ensino, a
imprensa, a política, a religião - numa palavra, todas as grandes forças
do mundo - estão actualmente do lado da irracionalidade; estão nas mãos
dos homens que lisonjeiam Populus Rex com o fito de desencaminhá-lo. O
remédio não está em nada heróico nem cataclísmico, mas nos esforços dos
indivíduos no sentido de uma opinião mais sadia e equilibrada das nossas
relações com o próximo e a sociedade. É à inteligência, cada vez mais
divulgada, que devemos recorrer para a solução dos males de que sofre o
nosso mundo.
Bertrand Russell, in 'Ensaios Cépticos: Os Homens Podem Ser Racionais?'
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Liberdade Religiosa x Estado Laico
Ok, espero ser breve nesse post, até porque, gosto de uma linguajem mais
direta e sem muitas erudições (que muitas vezes são desnecessárias).
Observando a política brasileira e também a constituição, juntamente com
as opiniões dos políticos religiosos, surge uma pergunta que é bastante
frequente entre os religiosos desonestos (nesse caso são afirmações): O
Estado Laico é um Estado anti-religioso? Respondo-lhes trocando em
miúdos que NÃO. O estado laico garante a igualdade e a liberdade de ir e
vir do cidadão, logo, existe também a liberdade religiosa o que é o
direito do cidadão de ter sua religião sem que o mesmo seja impedido de
praticá-la, ou seja, pode-se ter igrejas de varias religiões, pode-se
falar abertamente sobre sua fé. O Estado Laico é um estado livre dos
dogmas de qualquer religião, ou seja, o Estado não pode tomar decisões
nem aprovar projetos baseado em determinada religião, a função do Estado
é garantir que a constituição seja cumprida e no caso do Brasil, nosso
Estado não está caracterizado como Estado religioso (cristão, diga-se de
passagem), mas sim como Laico. Todos os cidadãos , ao menos no papel,
possuem direitos iguais e tratamentos iguais perante à constituição.
Agora, o que acontece mesmo na prática é totalmente o inverso... vemos
bancadas evangélicas no senado interferindo nas decisões do Estado,
rumando para um Estado Teocrático, com seus projetos favoritistas e
sectaristas que irão favorecer somente aos que proferirem sua fé...
agora me atenho ao fator histórico..será que não aprendemos com os erros
de nossos antepassados e não conseguimos ver que um Estado Teocrático
não funciona? Estado Teocrático não difere em nada de uma ditadura, onde
os que não compartilham daquele pensamento serão punidos. O que está
acontecendo é que os religiosos políticos estão confundindo LIBERDADE RELIGIOSA com INTERVENÇÃO RELIGIOSA. Como
já disse, liberdade religiosa não é interferir em decisões estatais que
não têm nada a ver com as organizações religiosas. Oras, se o Estado
não interfere nas igrejas e na fé de cada um, por que diabos os
políticos religiosos também não fazem o mesmo? Nenhuma igreja paga
impostos e ninguém vê esse dinheiro sendo aplicado para a melhorar a
situação dos miseráveis, dos hospitais públicos.. porra, já não pagam
impostos, não ajudam no desenvolvimento do Brasil, e ainda querem nos
dizer o que fazer e como fazer? Pelo visto, não aprenderam nada sobre
humildade com os ensinamentos de Jesus. Agora, usar dinheiro público
para ostentar parques evangélicos, para manutenção do "patrimônio"
católico, usar dinheiro arrecadado para gastar milhões em obras
faraônicas enquanto milhões estão em estado de pobreza eles são muito
bons. Quer ter o direito de interferir nas decisões do Estado? AJUDE!! E não me venham com esse blablabla de que a constituição garante liberdade... só o que os sres. estão fazendo é INTERVENÇÃO! Uma
coisa não tem nada a ver com outra. Só pra deixar bem claro, eu tenho
liberdade cultural e nem por isso tou indo no senado tentando aprovar
projetos em favor do Rock.. eu posso ouvir onde eu quiser, mas não posso
fazer disso uma lei e esperar que todos a sigam. Essa é a diferença
entre ter liberdade e usar essa desculpa para interferir. Sejam
honestos, e deixem o Estado trabalhar como tal, já temos problemas
demais para nos preocuparmos com mais problemas. Estado Teocrático,
NUNCA!
Doze provas da inexistência de Deus por Sébastien Faure
![]() |
| Sébastien Faure |
“A existência em Deus implica necessariamente a escravidão de tudo
abaixo dele. Assim se Deus existisse, só haveria um meio de servir a
liberdade humana: seria o de deixar de existir.”
-Mikhail Bakunin
Há duas maneiras de estudar e procurar resolver o problema da existência de Deus.
A primeira consiste em eliminar a hipótese Deus do campo das conjecturas
plausíveis ou necessárias, por meio de uma explicação clara e precisa,
isto é, por meio de uma exposição de um sistema positivo do Universo,
das suas origens, dos seus desenvolvimentos sucessivos, dos seus fins.
Esta exposição inutilizaria a ideia de Deus e destruiria antecipadamente
a base metafísica em que se apoiam os teólogos e os filósofos
espiritualistas.
Dado, porém, o estado atual dos conhecimentos humanos, em tudo o que tem
sido demonstrado ou passa a demonstrar-se, verificado ou verificável,
somos forçados a concluir que nos falta esta exposição e que não existe
um sistema positivo do Cosmos. Existem, é certo, várias hipóteses
engenhosas que não se chocam com o razão; sistemas mais ou menos
aceitáveis que se apoiam numa série de investigações, que se baseiam na
multiplicidade de observações contínuas e que dão um caráter de
probabilidade impressionante. Também se pode afirmar, sem receio de ser
desmentido, que esses sistemas, essas hipóteses, suportam vantajosamente
as asserções deístas. Mas a falar a verdade, não há, sobre este posto,
senão teses que não possuem ainda o valor da exatidão cientifica; — cada
um, no fim das contas, tem a liberdade de preferir tal ou qual sistema a
um outro que lhes é oposto; e a solução do problema assim apresentado
afigura-nos, pelo menos na atualidade, cheio de reservas.
Milagres Existem?
Bom, esse aqui faz um tempinho que eu queria escrever sobre, mas
precisava de um pouco mais de informações dos crédulos. Sempre me
fascinei com a palavra milagre, desde a primeira vez que ouvi sobre e,
quando perguntava sua definição, sempre me falavam "milagre é algo que
não tem explicação" ou "milagre é algo impossível de acontecer." e, ao
fazer a mesma pergunta para vários religiosos, tanto na net quanto na
vida real, percebi que essas duas definições não mudaram muito ao longo
do tempo. Ok, vamos ao dicionário:
Milagre, miraculum, vem do verbo latino mirare, que significa
admirar-se, maravilhar-se. É fato que tem caráter extraordinário, fora
do comum, a sua realização é atribuída à onipotência divina, é
considerado como um ato de intervenção divina no curso normal dos
acontecimentos.
Bom, iremos analisar primeiro as definições mais comumente usadas às quais fui exposto durante toda a minha vida.
Milagre é algo que não tem explicação
Essa pra mim é a mais pobre de todas e facilmente refutada. Ora, se é
algo que não tem explicação, como você pode dizer o que é? Algo que não
tem explicação simplesmente não se explica, simples assim. é o famoso
argumento da ignorância, no qual você dá nome ou propriedades a algo que
não faz ideia do que é. Se não sabes o que é, não afirme, oras.
Milagre é algo impossível de acontecer
Essa definição é minha preferida, justamente pelo teor da afirmação em
si. Vamos primeiro nos ater à palavra impossível. Algo que é impossível é
algo que não pode ser feito, de maneira alguma, sob nenhuma condição.
Ora, se existir uma possibilidade de algo acontecer ou ser feito, nunca
foi impossível, apenas não se sabia se podia ou não acontecer. As
pessoas usam o termo impossível nesse caso de forma errônea, tentando
descrever eventos em que as chances de algo acontecer são mínimas. Ora,
uma porcentagem mínima, mesmo pífia, ainda é possível! Só porque é
difícil de acontecer não significa que seja impossível, então, essa
definição de milagres por si só já é ridícula. Peguemos então exemplos
mais práticos: em um acidente de avião, por exemplo, sobreviventes
costumam atribuir sua sobrevivência a alguma intervenção sobrenatural
atestando um milagre, o que já é egoísmo na cara dura, visto que o tal
milagre só aconteceu pra tal pessoa, enquanto outras não tiveram a mesma
sorte. Nesse exemplo, a atribuição do milagre é devida às
circunstâncias: um avião pesa toneladas e voa a 5-10 mil metros de
altura, o que leva as chances de sobreviver para uma margem bastante
irrisória... mas ainda é possível sobreviver, tudo irá depender das
circunstâncias da queda e, claro, das tentativas do piloto de amenizar o
pouso forçado. Agora outro exemplo do verdadeiro impossível: É impossível para
um ser humano, por exemplo, respirar no vácuo espacial sem um traje ou
aparelhos apropriados. Nesse, desafio a qualquer crédulo a me mostrar um
milagre nessa esfera. Não se pode de forma alguma realizar esse feito,
sem que haja a morte imediata da pessoa. Não existem chances mínimas de
sobrevivência nesse caso, as chances são totalmente nulas, logo,
impossível.
Agora vamos à definição do dicionário. Bom, a definição do dicionário,
infelizmente cai nas duas definições citadas acima. Ao atribuir o
ocorrido a um ato divino, a pessoa não sabe realmente se foi um ato
divino, ela apenas se usa de sua fé para atribuir e, ao mesmo tempo que
ocorre um evento com chances mínimas de acontecimento. Ora,
um evento extraordinário, fora do comum, é algo difícil de acontecer que
foge do cotidiano, mas, ainda assim não é impossível! Então é desonesto
tentar afirmar que foi algo divino somente porque você acha que
foi, visto que não tens evidências que realmente comprovem que houve uma
intervenção de cunho sobrenatural no evento descrito.
Conclusão: Milagres, por definição, não existem.
Uniforme da razão insatisfeita
O problema é que a natureza rege. Nós somos animais fiéis
às noções instintivas de qualquer irracional. O humano possui uma
necessidade quase primitiva de liderança e direcionamento. Por isso há o
fanatismo. E de todos os fanatismos, que é a doença da razão, o que
mais conquista é a religião. Justamente por entrelaçar as necessidades
animais com as necessidades da razão em busca de respostas para dúvidas
que transcendem o existencialismo, a religião cativa e carrega
multidões.
Ela, de certa forma, conforta as incertezas e desperta a
cadeia instintiva de hierarquia e necessidade de liderança. Muitos
precisam da religião até como um modo de se aprender a viver. Não é raro
encontrar quem não têm poder de decisão sobre suas próprias vidas.
Apenas permitem que outros decidam como elas devem viver baseando-se num
livro supostamente escrito há mais de dois mil anos e que veio sendo
modificado através dos tempos justamente pelos líderes do povo que
quiseram empregar suas próprias vontades e direcionar seu rebanho aonde
bem entendessem. Dizem por aí que há vinte e três formas de se
interpretar a bíblia. Mas isso é um grande engano. Há milhões, bilhões
de modos. Duas pessoas nunca lêem o mesmo livro. Há várias formas de se
interpretar uma mesma frase, principalmente de um livro tão metafórico
quanto a bíblia.
Resta então uma liderança maior que decida por toda uma
sociedade qual é o modo mais adequado de agir. É o uniforme da razão
insatisfeita, do medo da morte, o conforto das perdas, o auxílio
existencial, os ditames do hábito, a paz de espírito aos que acreditam
que esse exista. O Vaticano devia apenas mudar seu nome para Hábito Corp.
Puto e Piriguete, Até onde vai a Promiscuidade?
Nenhum a consciência e de cada um, cada individuo faz por si
mesmo o que deve fazer, afinal quem somos nós para comandar atitudes? Porem a
forma com que isso vem se tornando comum em uma sociedade já assolada pela
falta de cultura, é extremamente agravante, uma mulher promiscua com atitudes
vulgares é uma mulher, mas uma grande parcela delas faz com que homens que se
auto afirmam machos dominantes vulgarizem todas as outras que de alguma forma,
não tem nada com isso! Algo extremamente prejudicial, lutamos por vários
direitos para as mulheres, de votar, de liderar, de terem um posto de comando
igual ao dos homens, e lutamos para que pudessem se expressar de forma
igualitária, porem se expressar como mulher, de forma descente. Auto
valorizarem-se, não aceitarem tratamentos como descrito, serem tratadas como
carne ou objeto de descarte, mas sim com troféu, como o premio mais belo e
desejado de forma pura. Qual seria o valor de uma mulher que aceita e gosta de
ser retratada com tais palavras em uma musica:
Essa daqui e pica heimmm
Pra novinha safada!!!
Quer fazer uma amor gostoso
Essa daqui e pica heimmm
Ai ai ai
Eu fico por baixo
Ela vem por cima
Ai ai
Eu falo assim pra ela oh oh oh.
Um corpo sendo retratado de forma vulgar e fútil, sem a
menor consideração da importância do ser relatado, não dou valor algum a uma
mulher que se sujeita e sente orgulho a tal abuso a inteligência, prefiro
conquistar uma mulher com valor.Liberdade de expressão, e não liberdade de se expressar como uma puta!
Desde os primórdios da civilização humana, o proibido o secreto sempre foi desejado
afinal o que não se conhece desperta curiosidade. Porem cada vez mais a sociedade encara a forma de se portar com pouco selo a manter a aparência, e chamar o máximo de atenção de forma natural. Como se fosse necessário vender um produto, colocando em amostra o conteúdo do mesmo, sem pudor ou preocupação, uma mulher bem vestida da ar a imaginação e atiça a conquista do sexo masculino, traz o poder as mãos dela. Já uma mulher promiscua, retira esse poder de busca do homem e da ao mesmo um poder de escolha da mais agradável na amostra.
Erros de DEUS - Sim, Deus erra!
ANÁLISE:
Abraão recebe a visita de 3 anjos (Deus avisa sobre a destruição de Sodoma e Gomorra) Gnesis cap. 18 vs 1-19:
Depois apareceu-lhe o SENHOR nos carvalhais de Manre, estando ele assentado à porta da tenda, no calor do dia.
E levantou os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E
vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à
terra,
E disse: Meu Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo.
Que se traga já um pouco de água, e lavai os vossos pés, e recostai-vos debaixo desta árvore;
E trarei um bocado de pão, para que esforceis o vosso coração; depois
passareis adiante, porquanto por isso chegastes até vosso servo. E
disseram: Assim faze como disseste.
E Abraão apressou-se em ir ter com Sara à tenda, e disse-lhe: Amassa depressa três medidas de flor de farinha, e faze bolos.
E correu Abraão às vacas, e tomou uma vitela tenra e boa, e deu-a ao moço, que se apressou em prepará-la.
E tomou manteiga e leite, e a vitela que tinha preparado, e pôs tudo
diante deles, e ele estava em pé junto a eles debaixo da árvore; e
comeram.
E disseram-lhe: Onde está Sara, tua mulher? E ele disse: Ei-la aí na tenda.
E disse: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara
tua mulher terá um filho. E Sara escutava à porta da tenda, que estava
atrás dele.
Jihad Brasileira – A “Guerra Santa” Verde e Amarela começou
Jihad Brasileira começou
A
Jihad Brasileira começou. Os líderes das Igrejas iniciaram um combate
visando a conquista do público alheio. Com o crescimento desacelerando,
para crescer mais, o jeito é tomar o “fiel” de outra igreja evangélica.
Segundo o IBGE , em 2009 os evangélicos já somavam 50 milhões de
brasileiros, cerca de 25,4% da população total do Brasil na época. A
estimativa é que esse índice alcance os 104 milhões de evangélicos em
2020, em uma população de 209 milhões, representando aproximadamente,
50% dos brasileiros. Esse crescimento exponencial é explicado através de
três fatos: publicidade exagerada, engenharia social e, principalmente,
o aumento da exposição na Televisão. E os representantes dessas
Igrejas sabem disso, sabem que é a Televisão a maior agregadora de
mentes. Dessa conclusão comum, iniciou uma disputa pelos horários nas
madrugadas das emissoras. Foi nesse ponto que toda a confusão começou.
Era um puxando o tapete do outro e o outro puxando o tapete do “um”.Irã bloqueia Google e começa a controlar acesso à internet
Governo local quer restringir acesso à web e desenvolveu uma rede própria para isso
Já faz um tempo que o governo iraniano
está desenvolvendo uma rede própria para funcionar no lugar da internet.
Essa rede, controlada pelas autoridades iranianas, já era usada por
agências governamentais e agora começa a ser usada pelos cidadãos.
Uma das primeiras ações da nova rede iraniana foi bloquear o acesso às buscas do Google e ao Gmail. O governo iraniano espera que todos os cidadãos do país estejam conectados à nova rede até março do ano que vem, de acordo com a ZDNet.
Ainda não se sabe se o Irã pretende desligar completamente o acesso de seus cidadãos à internet quando a sua rede própria estiver pronta.
Recentemente o governo iraniano afirmou que desligaria os serviços governamentais da web para evitar que dados sigilosos sejam roubados. Fonte: olhar digital
| Reprodução |
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Uma das primeiras ações da nova rede iraniana foi bloquear o acesso às buscas do Google e ao Gmail. O governo iraniano espera que todos os cidadãos do país estejam conectados à nova rede até março do ano que vem, de acordo com a ZDNet.
Ainda não se sabe se o Irã pretende desligar completamente o acesso de seus cidadãos à internet quando a sua rede própria estiver pronta.
Recentemente o governo iraniano afirmou que desligaria os serviços governamentais da web para evitar que dados sigilosos sejam roubados. Fonte: olhar digital
Quem tem medo da Ira Muçulmana?
A capa de uma revista dos EUA (veja abaixo) mostra a posição obtusa da
mídia de massa nas duas últimas semanas: um mundo muçulmano está ardendo
em um sentimento de ira contra o ocidente por conta de um filme
islamofóbico e hordas de manifestantes violentos pelas ruas ameaçam a
todos nós... Mas é verdade isso? Cidadãos e as novas mídias estão
respondendo, e o site Gawker fez uma sátira brilhante desta onda
mostrando imagens alternativas à "ira muçulmana" (no Twitter, várias
pessoas responderam à 'hashtag' #MuslimRage, usada ao longo deste
artigo): 7 coisas que não lhe contaram sobre a "#MuslimRage":
Como qualquer pessoa, a maioria dos muçulmanos acharam o vídeo islamofóbico de 13 minutos de má qualidade e ofensivo, e os protestos se espalharam rapidamente, tocando em feridas compreensíveis e duradouras sobre o neo-colonialismo dos EUA e a política externa ocidental no Oriente Médido, assim como a sensibilidade religiosa no que diz respeito a representações do profeta Maomé. Mas frequentemente a cobertura de mídia omite algumas informações importantes:- As estimativas iniciais mostram que a participação em protestos contra o filme representam de 0,001 a 0,007% da população mundial de muçulmanos: 1.5 bilhão de pessoas -- essa porcentagem representa uma pequena fração do número de pessoas que marcharam pela democracia durante a Primavera Árabe.
- A grande maioria dos protestos foram pacíficos. As violações das embaixadas estrangeiras foram quase todas organizadas ou nutridas por indivíduos do movimento salafista, um grupo radical islâmico que se preocupa mais com destruir os grupos islâmicos populares moderados.
- Oficiais líbios e americanos de alto escalão estão divididos sobre se o assassinato do embaixador dos EUA na Líbia foi planejado previamente para coincidir com o aniversário do 11 de setembro, e portanto não estaria relacionado com o filme.
- Além dos ataques feitos pelos grupos militantes radicais na Líbia e Afeganistão, uma avaliação das notícias atuais feita no dia 20 de setembro sugeriu que os manifestantes mataram, ao todo, zero pessoas.
- Quase todos os líderes mundiais, muçulmanos ou ocidentais, condenaram o filme, e quase todos eles condenaram qualquer tipo de violência que possa vir a acontecer enquanto resposta.
- O papa visitou o Líbano no auge da tensão, e líderes do Hezbollah participaram do sermão papal, abstiveram-se de protestar sobre o filme até que a santidade deixasse o local, e clamaram por mais tolerância religiosa. Sim, isso aconteceu.
- Após o ataque em Bengazi, cidadãos comuns foram às ruas da cidade e em Tripoli com cartazes, muitos deles escritos em inglês, com pedidos de desculpas e afirmando que a
Edir Macedo presta depoimento em ação movida por ex-pastor
Ele nega as acusações de falsidade ideológica e testemunha em favor da ética de seu ministério.
Um vídeo com pouco mais de dez minutos mostra o bispo Edir Macedo prestando depoimento para a Justiça do Estado de Santa Catarina. Gravado em 28 de agosto, o vídeo se refere a uma audiência em que o líder da Igreja Universal do Reino de Deus foi convocado para responder sobre a acusação de falsidade ideológica.
A ação foi movida pelo ex-pastor da Igreja Universal, Marcelo Pires, que afirma que o líder da denominação teria forjado um documento que transferia a TV Vale do Itajaí, que estava no nome de Pires, para Honorilton Gonçalves, que é seu braço-direito de Edir Macedo.
O ex-pastor também alega no processo, segundo o site Radar On-line da Revista Veja, que Macedo estaria usando seu nome para contrair empréstimos.
Ao responder ao juiz sobre o caso, o fundador da IURD negou as acusações e diz que assinava documentos sem ler do que se tratava, pois ele confia nas pessoas com quem trabalha.
“Não tenho ideia do que foi que assinei”, disse o líder religioso dizendo que trabalha muito e que não tem conhecimento profundo sobre os fatos apresentados nessa ação.
Depois de se justificar, Edir Macedo decide acrescentar uma fala atestando o trabalho sério que a igreja desenvolve. “O trabalho da igreja da qual nós pertencemos é um trabalho que preza pela ética, pela ética moral, porque ela é o reflexo da ética espiritual”.
Ele também falou que Pires deixou de fazer parte do quadro de pastores da Igreja Universal por ter atitudes que não condiziam com aquilo que ele pregava, mas que não há nenhum ressentimento da parte dele, como líder, para com o ex-pastor. Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br
Padre católico apoia pai de santo na campanha
cristina.camargo@bomdiabauru.com.br
Sacerdote da umbanda, Ricardo ganhou fama ao se dedicar à divulgação de sua religião e ao combater o preconceito ainda existente contra os rituais afro-brasileiros.
O padre gravou um vídeo para manifestar o apoio. Ele aparece ao lado do umbandista explicando sua decisão. O vídeo foi postado pelo candidato peemedebista no Facebook.
“Ser religioso significa pensar na transcendência da sociedade de forma tal que ela se torne uma sociedade justa, fraterna e honesta”, diz o religioso católico no vídeo. “Por isso estou aqui, como padre, para recomendar Ricardo Barreira como vereador”, completa.
O umbandista conta que recebeu o apoio de forma natural, por acreditar que a discussão sobre o que pode ser melhor para a cidade não tem relação com a religião de cada um. Contou também que é amigo do padre e os dois costumam conversar sobre política.
“E eu também não me negaria a apoiar um padre ou um pastor com os mesmos princípios”, completou.
Além de Ricardo, Padre Beto apoia outros dois candidatos: os vereadores Roque Ferreira (PT) e José Roberto Segalla (DEM). O católico manifestou os apoios de acordo com a vontade de cada um. Para Roque fez uma declaração. No caso de Segalla, pede votos por escrito. Ricardo Barreira sugeriu a gravação do vídeo postado no Facebook.
Plural /Padre Beto diz que conheceu o trabalho de Ricardo Barreira como defensor do respeito à umbanda. “Só por isso já merece espaço na Câmara”, afirma. “Ele luta por sua religião, para que ela não seja endemonizada”.
O religioso faz questão de afirmar que sua manifestação é como padre.
“Acho que isso está dentro do evangelho”, justifica. “Tenho que apoiar pessoas que vão defender o amor ao próximo”.
O padre diz que, na sua opinião, a Câmara deve ter representantes de outras religiões.
Em resposta por e-mail encaminhada ao BOM DIA, o bispo de Bauru, Dom Caetano Ferrari, parece compreensivo em relação à decisão do padre.
“Por aquilo que ouvi no Facebook, o Padre Beto diz confiar no candidato a vereador Ricardo Barreira que, apesar de pertencer a outra religião, saberá lutar pela construção de uma cidade justa, fraterna e solidária, acima dos interesses dessa ou de outra religião, mas na perspectiva da transcendência, já que ele é um religioso, um homem de fé. Sob esta perspectiva, o referido candidato, segundo o Padre Beto, leva vantagem a um outro que, por exemplo, se declare ateu. Por isso, ele o recomenda”, escreveu.
O bispo lembrou ainda que o padre é livre, como cidadão católico, para manifestar apoio. “Sua declaração não deve ser entendida como uma declaração oficial em nome da Igreja Católica”, ressalva.
Bispo explica quem fala oficialmente pela igreja “Pela Igreja Católica falam os seus representares oficiais: o bispo para toda a diocese e o pároco no âmbito da sua paróquia. Todos em comunhão com a doutrina e a fé católica e em obediência ao Santo Padre o Papa”, escreveu o bispo Dom Caetano Ferrari
3É o número de candidatos a vereador para quem o Padre Beto pede votos
Diocese tem lista com nomes de candidatosA Diocese de Bauru fez uma declaração pública com os nomes que recomenda na eleição. São nomes de católicos apresentados pelo Conselho de Leigos
domingo, 23 de setembro de 2012
Menina agredida por posseção!
No Paranoá, próximo de Brasília, uma jovem foi agredida por pastores em uma suposta sessão de exorcismo.
O namorado da agredida foi quem chamou os membros da igreja evangélica porque a jovem estava bêbada e rindo alto, ele chamou os pastores para expulsar o que seriam demônios do corpo dela.
Durante o suposto exorcismo a garota, que usa piercings e tem tatuagens, sofreu agressões no rosto e teve dois gatos lançados pela janela. Os envolvidos podem ser denunciados por lesão corporal e maus tratos a animais.
http://www.sbt.com.br/ jornalismo/noticias/ ?c=23087&t=Jovem+e+agredida +por+pastores+em+sessao+de +exorcismo
O namorado da agredida foi quem chamou os membros da igreja evangélica porque a jovem estava bêbada e rindo alto, ele chamou os pastores para expulsar o que seriam demônios do corpo dela.
Durante o suposto exorcismo a garota, que usa piercings e tem tatuagens, sofreu agressões no rosto e teve dois gatos lançados pela janela. Os envolvidos podem ser denunciados por lesão corporal e maus tratos a animais.
http://www.sbt.com.br/
Castidade?
O
Cinto de castidade foi um acessório projetado por cristãos na era das
trevas para ser usado como tortura sobre o ventre, envolvendo totalmente
os órgãos genitais e trancado ao redor da cintura por cadeado de modo a
frustrar, limitar ou restringir a atividade sexual (penetração),
orgasmo e a masturbação. Ao mesmo tempo, o cinto de castidade não impede
a realização de outras funções fisiológicas,
para
que a sua utilização por períodos longos ou até indeterminados seja
viável, ele foi usado por cristãos em casos de dificultar a infidelidade
ou ainda para eliminar a "possibilidade de o usuário cair na tentação e
pecar (luxúria)" dentro de preceitos cristãos, e se auto-flagelar
dentro de um contexto religioso rigoroso.
Também foram usados de forma obrigatória, com o intuito de torturar fisicamente ou psicologicamente inocentes, para intimidar, punir, coagir ou para obter falsas confissões.
A submissão feminina ao cinto não era sempre consensual e havia um viés religioso intrínseco ao uso do aparato. O seu uso era compulsório, bastante desagradável e degradante à mulher, porém era justificado como forma de dominação, mortificação ou para evitar infidelidades, estupros ou o conceito cristão de "pecado da carne" e a "queda ao inferno".
A mulher escondia o cinto de castidade da sociedade da época por debaixo das volumosas saias e vestimentas para evitar embaraço ou zombaria.
Possivelmente, durante a Inquisição, no tempo das Cruzadas e na época das Grandes Navegações, como os homens costumavam se ausentar por meses, anos ou até mesmo por décadas, cuidando de diversos interesses pessoais, religiosos ou do Estado, muitos deixavam as suas esposas, concubinas, filhas ou prometidas desprotegidas, sozinhas e disponíveis ao chamado "pecado" (um conceito cristão de transgressão às severas leis impostas pela Igreja) ou a outros pretendentes. A invenção do cinto de castidade feminino representava uma possibilidade de controle à distância e garantia de posse, em uma sociedade bastante primitiva nas questões das liberdades individuais e direitos da mulher e do homem. Não é de se espantar que na mesma época a prática da escravidão fosse aceita pela sociedade, religião dominante e era praticada amplamente nas colônias como forma de exploração da mão-de-obra de negros e nativos.
Naquela época a abstinência sexual voluntária ou negação do prazer foi considerada como pureza, um tipo de virtude desejável (hoje em dia em algumas culturas e situações esse conceito permanece). O prazer sexual feminino e masculino, liberdade sexual em muitos lugares, inclusive no interior do Brasil, é visto ainda como um tabu ou violação de preceitos de pureza ou rebeldia contra os fundamentos basilares da cultura judaico-cristã. O conceito do "pecado original" e a mitológica "queda de Adão" estão intimamente correlacionados com a bíblica "descoberta do conhecimento do bem e do mal". O prazer sexual feminino é tabu, ou seja, a mulher foi pretensamente a "causadora de todo o mal", pois, segundo a mitologia judaico-cristã, "detém o poder da sedução, recebendo a culpa por atentar contra a pureza da criação". Dessa forma, o uso do cinto, poderia ser justificado e tornado obrigatório e não poderia ser contestado, caso fosse requerido. Não cabia ao homem se educar, conter os seus instintos e desejos sexuais, mas a mulher deveria ser tolhida e se sacrificar para evitar a consumação de atos considerados "libidinosos".
Além de garantir a "virgindade" de forma cruel, o uso do cinto pretensamente "evitava" a disseminação de doenças venéreas, gravidez, estupro e a masturbação. Provavelmente o uso do cinto de castidade também se tornou uma forma de castigo, uma punição para mulheres adúlteras, excessivamente libidinosas ou por pura crueldade ou até por sadismo pervertido. De qualquer forma o uso de cintos foi aceito socialmente como uma forma de controle feminino, com aval religioso e aceitação em conventos, mosteiros e outras instituições religiosas e sociais.
Também foram usados de forma obrigatória, com o intuito de torturar fisicamente ou psicologicamente inocentes, para intimidar, punir, coagir ou para obter falsas confissões.
A submissão feminina ao cinto não era sempre consensual e havia um viés religioso intrínseco ao uso do aparato. O seu uso era compulsório, bastante desagradável e degradante à mulher, porém era justificado como forma de dominação, mortificação ou para evitar infidelidades, estupros ou o conceito cristão de "pecado da carne" e a "queda ao inferno".
A mulher escondia o cinto de castidade da sociedade da época por debaixo das volumosas saias e vestimentas para evitar embaraço ou zombaria.
Possivelmente, durante a Inquisição, no tempo das Cruzadas e na época das Grandes Navegações, como os homens costumavam se ausentar por meses, anos ou até mesmo por décadas, cuidando de diversos interesses pessoais, religiosos ou do Estado, muitos deixavam as suas esposas, concubinas, filhas ou prometidas desprotegidas, sozinhas e disponíveis ao chamado "pecado" (um conceito cristão de transgressão às severas leis impostas pela Igreja) ou a outros pretendentes. A invenção do cinto de castidade feminino representava uma possibilidade de controle à distância e garantia de posse, em uma sociedade bastante primitiva nas questões das liberdades individuais e direitos da mulher e do homem. Não é de se espantar que na mesma época a prática da escravidão fosse aceita pela sociedade, religião dominante e era praticada amplamente nas colônias como forma de exploração da mão-de-obra de negros e nativos.
Naquela época a abstinência sexual voluntária ou negação do prazer foi considerada como pureza, um tipo de virtude desejável (hoje em dia em algumas culturas e situações esse conceito permanece). O prazer sexual feminino e masculino, liberdade sexual em muitos lugares, inclusive no interior do Brasil, é visto ainda como um tabu ou violação de preceitos de pureza ou rebeldia contra os fundamentos basilares da cultura judaico-cristã. O conceito do "pecado original" e a mitológica "queda de Adão" estão intimamente correlacionados com a bíblica "descoberta do conhecimento do bem e do mal". O prazer sexual feminino é tabu, ou seja, a mulher foi pretensamente a "causadora de todo o mal", pois, segundo a mitologia judaico-cristã, "detém o poder da sedução, recebendo a culpa por atentar contra a pureza da criação". Dessa forma, o uso do cinto, poderia ser justificado e tornado obrigatório e não poderia ser contestado, caso fosse requerido. Não cabia ao homem se educar, conter os seus instintos e desejos sexuais, mas a mulher deveria ser tolhida e se sacrificar para evitar a consumação de atos considerados "libidinosos".
Além de garantir a "virgindade" de forma cruel, o uso do cinto pretensamente "evitava" a disseminação de doenças venéreas, gravidez, estupro e a masturbação. Provavelmente o uso do cinto de castidade também se tornou uma forma de castigo, uma punição para mulheres adúlteras, excessivamente libidinosas ou por pura crueldade ou até por sadismo pervertido. De qualquer forma o uso de cintos foi aceito socialmente como uma forma de controle feminino, com aval religioso e aceitação em conventos, mosteiros e outras instituições religiosas e sociais.
Ingnorancia sem limites
Mais
uma vez, os Camelinhos de deus demonstram a sociedade tosca, ridícula,
imbecil e débil mental que eles criaram. Uma menina de 13 anos foi
apedrejada até a morte por adultério na Somália. Isso é revoltante o
suficiente? Não? E que tal se disséssemos que este “adultério” foi
devido ao fato dela ter sido estuprada por três homens? Ficou revoltante
o suficiente?Segundo a organização de defesa d
os
direitos humanos da Anistia Internacional, Aisha Ibrahim Duhulow foi
morta por um grupo de 50 homens em um estádio na cidade portuária de
Kismayo, no sul do país, diante de mil espectadores psicóticos. A menina
foi acusada de violar leis islâmicas e detida pela milícia al-Shabab,
que controla a cidade.
“Dentro do estádio, membros da milícia abriram fogo quando algumas das testemunhas tentaram salvar a vida de Duhulow, e mataram a tiros um menino que estava observando tudo”, disse nota no website da Anistia Internacional. Segundo a organização, há notícia de que depois um porta-voz da al-Shabab pediu desculpas pela morte da criança, e disse que um miliciano seria punido. Ou seja, 3 psicopatas estupram a garota e o miliciano é que paga o pato.
Fonte:Terra Noticias
“Dentro do estádio, membros da milícia abriram fogo quando algumas das testemunhas tentaram salvar a vida de Duhulow, e mataram a tiros um menino que estava observando tudo”, disse nota no website da Anistia Internacional. Segundo a organização, há notícia de que depois um porta-voz da al-Shabab pediu desculpas pela morte da criança, e disse que um miliciano seria punido. Ou seja, 3 psicopatas estupram a garota e o miliciano é que paga o pato.
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